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NOSSA RAINHA Editar

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Lana Peres Carismática, soberana do povo patoviense desde 1º de Janeiro de 2007, eleita pelo colégio de Parlamentares do Real conselho Patoviense. Chefe suprema da Ordem de Nereida, da Ordem de Fênix, da Ordem da Cruz Latina, Marquesa de Patolândia, Duquesa e Condense de Patópulis, fez a 1º Comunhão e Crismou-se na Santa, uma, católica, apostólica e romana Igreja de Jesus Cristo.

A Rainha Lana nasceu em Patópulis, no dia 14 de Junho de 1994, cresceu e foi educada em colégio de freiras e foi preparada desde sedo para funções reais, ela era candidata a dama de honra da Rainha Pata e de logo depois da Rainha Cisne, mais foi indicada pela Igreja para ser rainha devido o exemplo de vida que levou, pois é muito religiosa e seus pais ensinou - a todos os mandamento da lei de Deus de forma que garantiu a ela o direito de ser Soberana; lembrando que a monarquia patoviense é teocrática. A rainha Lana fala 7 idiomas sem contar o idiomas oficiais da ilha, Português e japonês. É formada em sociologia e ciências humanas, graduada em políticas e Teologia. A rainha Lana tem 18 anos e já governa como uma verdadeira soberana experiente, ela não é casada mas seus súditos estão preparando aquele que será seu futuro marido, todos os rapazes se preparam para se apresentarem a ela e dentre todos um será escolhido para ser o rei consorte do Reino da Ilha Patovil.(hilário)

NOVA RAINHA A VISTA

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Para assegurar a continuidade do poder Monárquico na Ilha Patovil, o governo já realizou o conclave que elege o novo soberano ou soberana;após uma consulta popular e eleito os candidatos e candidatas foi uma criança da casa Imperial do Mundo, de Sousa Lima, que foi escolhida; trata se de uma criança chamada Clara Lima, filha de Thaiane Lima, prima terceira de Sua Majestade Imperial do Mundo Reniclei de Sousa Lima que será a quarta Rainha da Ilha Patovil.

De acordo com a nova emenda constitucional feito pela Rainha Lana Perez no capitulo 100 artigo 8 isso facilita a destituição de um monarca tirano, pois garante a democracia e o artigo diz:

O Monarca ao completar 75 anos de idade, incapacitação administrativa, tiranismo e fatores que venham impossibilitar a atividade do mesmo seja destituído de sua função sendo ao proto-monarca que já deverá ser escolhido por um conclave sendo os candidatos indicado pelo povo por consulta popular. sendo o eleito menor de idade este deve ficar aos cuidados do estado junto de sua mãe até completar maior idade, passando a acompanhar o monarca até sua coroação. 

A nova rainha já tem sangue real, há quem questione o fato da eleição ter eleito ela por ser filha da prima do Imperador Reniclei mais de acordo com os passos utilizados pelo Povo na escolha dos candidatos a proto-monarca Clara Lima tem predileção popular, mesmo sendo criança já é aclamada soberana guardiã do Reino da Ilha Patovil; sua primeira aparição foi no dia de sua eleição quando o povo saiu as ruas pedindo a apresentação da pequena monarca. depois de então ela só é vista quando é levada pela mãe junto com a rainha Lana quando vão a Igreja pois segundo as leis Patoviense os monarcas devem ser cristãos católicos, como a Família Imperial do Mundo são católicos e a família real Patoviense também o é.

CONCLAVE DO REINO DA ILHA PATOVIL Editar

Todos devem se perguntar como deve ser feito a escolha do soberano na Ilha Patovil. Mas para quem não sabe, o conclave patoviense é composta de duas etapas, na primeira etapa o povo participa diretamente votando nos candidatos ou candidatas a serem eleita; são escolhidos vintes candidatos sendo 10 homens dos quais 5 são jovens, 10 mulheres das quais 5 são jovens. Com a nova emenda constitucional esse numero sobe para 28 sendo os oito a mais e são crianças, 4 maninas e 4 meninos. Escolhido os candidatos os parlamentares se fecham no palácio do Dayte onde eles só sai depois de eleger a nova rainha ou novo rei, o processo de escolha nessa segunda etapa segue o modelo do conclave do Vaticano. As votações realizam-se em sessões de manhã e à tarde, duas em cada sessão, com exceção do primeiro dia onde se realiza apenas uma votação.

Chegada a hora da votação, cada Parlamentar pega num boletim, de papel branco e forma retangular, que tem escrito na parte superior Eligo in rex et regina (Elejo como Rei ou Rainha), com espaço para escrever o nome escolhido. Exige-se caligrafia clara e em letras maiúsculas, mas impessoais. O voto deve ser dobrado ao meio, e, com este apertado entre as mãos, recolhe-se em oração silenciosa: "Chamo como testemunho Jesus Cristo, o Senhor, que seja meu juiz, que o meu voto seja dado àquele que perante Deus considero dever ser eleito".

Votam primeiramente os Parlamentares mais idosos. Um a um, os Parlamentares dirigem-se para a mesa junto a urna, depositam o seu voto e depois levantam-na até a altura da boca do primeiro vaso de vidro. Inclinam a urna e o voto cai dentro do vaso. Acabada a votação, o primeiro Ministro escrutinador agarra no vaso de vidro e leva-o para a mesa de escrutínio. Uma vez aí, agita-o energicamente, para que os votos fiquem bem misturados. Logo a seguir, deita os votos no segundo vaso de vidro. Um a um, conta-os em voz alta, como mandam as normas canônicas e constitucionais, para que todos ouçam distintamente e sem qualquer dúvida (caso os votos contados não correspondam ao total de Parlamentares eleitores, serão queimados e passar-se-á a segunda votação).

Assim, o primeiro escrutinador pega no vaso de vidro e tira um voto. Desdobra-o e anota numa folha de papel o nome do candidato a Rei ou Rainha que dele consta. Passa o voto ao segundo escrutinador, que procede de igual modo, entregando o voto ao terceiro escrutinador. Em voz alta e de maneira inteligível, como manda o eligendo, este lê cada nome votado. A operação repete-se até que todos os votos estejam escrutinados (contados e anunciados).

Após todos os votos estarem escrutinados, o terceiro escrutinador fura e cose cada boletim de voto com agulha e linha. Com diz o eligendo, a agulha tem que perfurar a palavra latina eligio (elejo) impressa no voto. Quando todos os votos estiverem cosidos, mete-os no terceiro vaso de vidro. Aqui chegados, cabe a cada um dos três escrutinadores somar os votos constantes do papel em que os foi anotando.

Chega a vez dos Ministros revisores. Dirigem-se à mesa de escrutínio e, cada um por seu lado, contam os votos cosidos à linha e conferem o número total de votos com o registo feito por cada escrutinador. Devem cumprir a sua tarefa exata e fielmente, como diz o eligendo.

A votação, se tal for necessário, pode repetir-se até sete vezes por períodos de três dias. No caso de três dias sem resultados, suspendem-se os escrutínios durante o máximo de um dia, com o fim de criar uma pausa para oração e livre colóquio entre os Parlamentares eleitores. Eleito o novo governante, os Ministros anunciam ao povo reunido enfrente ao Dayte com a troca da bandeira e não por fumaça como ocorre no Vaticano, um mastro no alto da Cúpula do Palácio do Dayte é ponto de aviso ao povo, ela é composta de três cordas nas quais fica as seguintes bandeiras, a 1ª que fica com a bandeira do antigo regime hasteada, a 2ª tem uma bandeira branca para quando não tem um candidato eleito e a 3ª para ser usada para hastear a bandeira do novo regime. Feito a troca das Bandeiras os Parlamentares vão até os candidatos que aguardam em outra sala do Dayte e chamam o novo Rei ou Rainha para ser apresentado ao povo patoviense. O eleito é apresentado ao povo na sacada do Dayte onde é aclamado pelo povo com grande emoção. Quando o candidato eleito se trata de uma criança, esta passa ser guiada pelo soberano que está ao poder até estar preparada e o antigo soberano completar seu tempo aos 75 anos. Após a aclamação do Povo o eleito é levado ao Palácio Real onde aguardará o dia da coroação que é realizado na Basílica de Nossa Senhora da Imaculada Conceição no centro da Cidade de Patópulis e passa reinar até os 75 anos com poder absoluto.

NOSSOS GOVERNANTES Editar

Desde que foi descoberto tivemos os seguintes governantes:

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Fernando Henrique Cardoso - Presidente do Brasil e da Ilha Patovil.(por ocasião da colonização) é considerado o primeiro governante indireto não eleito pela nação patoviense; sua gestão durou os 3 anos do período da colonia, não fez muito em governo mas tido como 1º presidente da Ilha Patovil já que o Brasil era uma republica.




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Filipe Almeida Sulin (Dom Filipe I) Bispo Primas da Ilha Patovil, após a independência foi o primeiro a governar a Ilha Patovil por aclamação popular mas seu governo só durou 11 meses, período correspondente a criação do governo patoviense. Foi quem criou o parlamento patoviense e constituiu a casa real patoviense sob uma monarquia eletiva parlamentarista e teocêntrica.




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Cisne Arantes Primeira Rainha eleita pelo povo, reinou de 01/01/1998 a 16/09/1999; desenvolveu o programa nuclear patoviense trazendo as primeiras fontes energéticas; iniciou seu reinado com 42 anos de vida, solteira, formada em ciências naturais, física e química, falava alem dos dois idiomas oficiais o inglês, francês e mandarim. morreu em um ataque a cidade de Patopulis feita por Godzilla apos ter destruído a usina nuclear de Patopulis.


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Pata Soares Lima segunda rainha da Ilha Patovil, seu reinado foi muito conturbado,durou de 24/09/1999 a 28/12/2006 nesse período ela enfrentou vários conflitos; ataques de Godzilla, a chacina de São Pedro,movimentos moralista de biatas, guerra contra o Estados Unidos da America, movimentos pró colonial de republicanos brasileiros, uma tentativa de golpe de estado por partidários contrario a monarquia entre tantas outras, porem venceu a todos com firmeza. era casada e tinha 3 filhos trigêmeos, morreu após um terremoto que atingiu a ilha em 28 de dezembro de 2006.


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Lana Perez Carismática terceira rainha da Ilha Patovil, desde 01/01/2007 e atualmente, seu reinado é marcado por um populismo jamais visto e uma administração invejável. o reino está com a economia em crescimento, programas de assistências sociais ajudam famílias de baixa rendas e de dificuldades, programas de estudos são realizados para garantir um bom desenvolvimento educacional. A Rainha Lana tem apenas 18 anos, esta solteira mas governa como se já tivesse anos de experiencia, seu governo é instável e tem os maiores índices de aprovação do súditos.


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Clara Lima é a quarta rainha de juri, que irá governar a Ilha Patovil após a renuncia da Rainha Lana Perez, tem apenas 7 anos de idade mas já cativa os súditos do seu futuro reino, é Filha da princesa 

Thaiane Lima, pequeninos grupos republicanos tentam usar o fato dela ser de menor para convencer que o futuro do reino esta sendo tratado como um jogo e que só uma republica garantiria o andamento do governo, mas se depender da população patoviense, uma republica patoviense ficará só nos sonhos de uma minoria insignificante, a popularidade da proto-rainha já está alcançando o mesmo nível da rainha Lana garantindo um apoio incondicional da população.

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